quarta-feira, 25 de abril de 2012

Confira 10 dicas para se tornar uma pessoa muito mais saudável

Se tornar uma pessoa saudável pode não ser uma tarefa fácil para aquelas que não dedicam tempo aos exercícios e não têm uma alimentação adequada, por mais que ela não seja alguém aparentemente gorda. Segundo o HuffingPost, Al Jacob, autor do livro Drop Dead Healthy, precisou de dois anos para refazer a saúde de seu corpo e, por isso, deu algumas dicas de como conquistou o sucesso.
 
 
1) Mastigue mais: mastigar oferece duas vantagens para a saúde: dá ainda mais nutrientes ao corpo e diminui a alimentação. Quanto mais lento comemos, menos queremos comer. O corpo manda para o cérebro a mensagen "estou cheio".

2) Qualquer movimento é um bom movimento: se você fica sentado mais de 23 horas por semana, pode ser 64% mais propenso a desenvolver doenças cardíacas. Ficar sentado aumenta a pressão arterial e os níveis de açúcar no sangue. A boa notícia é que qualquer movimento é útil. Atividade física espontânea pode queimar centenas de calorias por dia. Por isso, bata o pé, mexa-se em sua cadeira ou tente levantar-se da sua mesa a cada hora para caminhar pelo escritório.

3) Faça exercícios fortes e pesados: estudos já provaram que fazer exercícios rápidos e intensos são melhores do que um grande número de exercícios por dia. Ao invés de correr a 60% de sua capacidade por 45 minutos, faça uma corrida por 30 segundos. Em seguida, descanse por um minuto e depois repita várias vezes. Você pode obter um ótimo treino em 15 minutos. Cientistas da Universidade McMaster mostraram que ataques intensos de esforço suado aumentam a resistência, diminuem a pressão arterial e melhoraram a capacidade pulmonar.

4) Respeite seu próprio futuro: a chave para a tomada de decisões saudáveis ​​é respeitar o seu próprio futuro. Trate-o como você trataria um amigo ou um ente querido.

5) Tire proveito da pressão colocada sob você: a pressão dos colegas tem uma conotação negativa, mas pode ser aproveitada para o bem, especialmente na vida social. Vale a pena divulgar suas conquistas de saúde como quantos quilometros você correu hoje e incentivar seus amigos, assim como eles podem fazer com você.

6) Cuide do que você come: você deve maximizar as escolhas saudáveis​​. Para começar, cuidado com os impulsos irracionais antes de devorar tudo do seu prato. Coma porções menores e com menos calorias. Inicie a refeição com uma salada, assim você "ocupa" parte do seu estômago com algo mais saudável. Coloque na geladeira opções mais saudáveis na frente para que quando você for caçar algo para comer, tende a escolher algo melhor.

7) Não sente no vaso sanitário: o corpo humano foi construído para agachar, não se sentar em um vaso sanitário. Se você faz agachamento durante esse momento, pode fazer inconscientemente exercícios além, claro, de evitar algumas doenças.

8) Fique no silêncio: todos os ruídos ao redor do mundo acabam prejudicando não apenas nossa audição, mas também o coração. A University of British Columbia descobriu que aqueles que trabalham em ambientes ruidosos sofreram duas a três vezes os problemas cardíacos. Da mesma forma, é ruim para o cérebro. Estudos mostram que o ruído impede o aprendizado, memória e concentrações. Aposte em fones e protetores de ouvidos.

9) Aposte em inimidores de apetite naturais: um estudo da Penn State mostrou que aqueles que comeram uma maçã 15 minutos antes do almoço consumiram 187 calorias a menos do que aqueles que não comeram. Beber dois copos de água antes da refeição ajuda pessoas obesas a perderem peso. Alimentos apimentados também podem ajudar a perder peso, em parte, por conter o desejo de doces, alimentos salgados e gordurosos.

10) Não fique muito obcecado com a saúde: a obsessão doentia com a comida saudável também pode ser um problema. Você pode criar um estresse se querer comer apenas almentos saudáveis todos so dias e em todas as refeições. Dedique tempo para comer com seus amigos em um restaurante de vez em quando.

Fonte: Terra


Drogaria São Bento, Cuidar de VOCÊ faz bem.

terça-feira, 24 de abril de 2012


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Veja como a água influencia a atividade física

A força e o fôlego acabam rápido sem ela. Aprenda a se hidratar para otimizar os treinos, melhorar a resistência e até evitar lesões

Durante o exercício, os músculos demandam substâncias como glicose e oxigênio. E a água ajuda a transportá-los

Pesquisadores da Universidade de Birmingham, na Inglaterra, descobriram que a falta de preparo físico não seria a única razão pela qual muitas pessoas ficam acabadas, digamos, antes da hora. Depois de observar voluntários sob várias condições adversas e reunir uma série de dados, eles concluem em um estudo recente: um dos maiores contribuintes para a fadiga precoce é a desidratação.

"Quando nos exercitamos, existe uma boa demanda dos músculos por substâncias como glicose e oxigênio. E a água ajuda a transportá-los", explica o fisiologista Orlando Laitano. Com pouca H2O disponível, esses materiais têm dificuldade para chegar ao seu destino - e, assim, falta energia para as pernas se movimentarem.

Essa desidratação local afeta a vinda de nutrientes essenciais à construção das fibras musculares, a exemplo da proteína. Aliás, até essas estruturas também são compostas de água. Privar-se dela, portanto, é ficar sem matéria-prima para formar mais fibras. Outro motivo para a recuperação ficar lenta quando o tanque está vazio.

O músculo depende de determinados sais minerais e - adivinhe! - água para realizar toda e qualquer contração. "A precisão e a suavidade do movimento diminuem significativamente se o indivíduo não bebe o suficiente. Isso, por si só, já aumenta a probabilidade de uma lesão", alerta o médico do esporte Jomar Souza.

Para piorar, reservas aquosas abaixo da necessidade mexem inclusive com o desempenho do cérebro. "Os sinais enviados por ele para comandar determinada ação, como levantar uma barra ou chutar uma bola, perdem qualidade", reforça Emerson Silami Garcia, educador físico.

Goles na (sua) medida

O senso comum prega que se aja de acordo com os sinais do corpo. Em outras palavras, esvaziar a garrafinha no momento em que a boca ficar seca. "Mas hoje existem pesquisas revelando que o estágio de desidratação já se encontra avançado quando a pessoa percebe a sede", contrapõe Ricardo Nahas, médico do esporte.

Os profissionais que trabalham com atividade física são unânimes: a hidratação deve ser individualizada, até porque há quem transpire mais do que outros ou viva em um local frio, onde naturalmente se sua pouco. Daí que os especialistas muitas vezes preferem recorrer a uma conta matemática simples: subtrair o peso corporal antes do exercício pelo obtido ao término dele. O saldo final é o tanto de água que precisa ser tomada ao longo da ralação seguinte.

Infelizmente, não dá para só encher a barriga d'água antes de correr. "O sistema digestivo não consegue funcionar com um volume grande de líquidos e, inchado, causa desconforto", explica Silami Garcia. Lançar mão de um cantil e dar uns bons goles a cada 15 minutos costuma resolver a questão. Bem hidratado, seu corpo - e, claro, seu desempenho - vai longe.

E as bebidas esportivas?

Elas oferecem uma mistura de carboidratos e sais minerais, que se esvaem durante pedaladas e corridas. "Mas só são recomendadas para atividades físicas que excedam uma hora de duração", prescreve a nutricionista Patrícia Bertolucci.

O manual da hidratação

Saiba o que fazer para se exercitar sem deixar a secura tomar conta do organismo:

Antes: Nas duas horas que antecedem o momento da malhação, ingira de 250 a 500 mililitros de água. Evite refrigerantes, bebidas alcoólicas e, ainda, alimentos muito pesados.

Durante: A cada 15 minutos, beba de 125 a 250 mililitros. Se a atividade durar mais do que 60 minutos, água de coco e isotônicos podem ser uma boa opção, mas vale consultar um especialista.

Depois: Urina escassa e amarelada é um sinal claro de desidratação. No caso, lance mão de uma balança para saber quanto perdeu de peso. Então, basta repor na mesma medida.


Fonte: MdeMulher


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sexta-feira, 20 de abril de 2012


quinta-feira, 19 de abril de 2012

10 dicas para evitar erros na academia

Confira o que fazer para malhar corretamente e ter melhores resultados 



Se você se inscreveu na academia há alguns meses e não está satisfeita com o resultado do esforço, talvez esteja na hora de reparar melhor na maneira como você treina. Há algumas armadilhas na malhação que podem comprometer o rendimento e, ainda, levar a lesões e ao cansaço exagerado.
Pular o aquecimento, exagerar na musculação ou manter o treino sempre igual são alguns dos erros mais comuns cometidos pelos atletas e que podem prejudicar a conquista dos objetivos.
Assim, para não colocar em risco todo o esforço dedicado à malhação, confira as dicas abaixo e faça as pazes com a academia.

1# Não deixe de aquecer

Algumas pessoas chegam tão empolgadas para treinar que pulam a etapa do aquecimento e vão direto para a musculação. Mas poucas sabem que esse hábito prejudica o rendimento do exercício e pode levar a lesões.
Isso acontece porque o corpo precisa se adaptar ao esforço de sustentar o peso. Assim, ao forçá-lo repentinamente, há o risco de rupturas. Além disso, após o aquecimento você mantém uma respiração mais tranquila e, consequentemente, possui mais oxigênio para fazer os movimentos e produzir a energia necessária para a malhação.
 

Segundo a personal trainner e pós-graduanda da PUC-PR, Isabel Ciola, o aquecimento vai preparar o corpo para a atividade que vem a seguir. “Ele aumenta a temperatura corporal, prepara as articulações, prevenindo eventuais lesões por carga de treinamento e evitando estiramentos, por exemplo”.
O ideal é aquecer por um período de, em média, 10 minutos. A professora explica que existem dois modos de realizar essa atividade: o aeróbio e o específico. O primeiro é o mais comum, feito na esteira ou bicicleta. Já o segundo acontece quando o aluno realiza o próprio exercício de forma mais lenta ou faz movimentos com um elástico, aquecendo as articulações.

2# Aposte em um treino variado

Um erro comum é desenvolver uma série de exercícios e repeti-la constantemente, sem variar as atividades. Esse comportamento só é válido para quem acabou de entrar em uma academia e, por isso, ainda está em fase de adaptação. Do contrário, ele pode comprometer os resultados.
Porém, isso não significa que a prática da malhação perderá a validade. “Fazer exercício em geral, mesmo sendo igual por meses ou anos, sempre trará benefícios à saúde. Mas se o indivíduo busca bons resultados, como melhora do condicionamento físico, em longo prazo não trará a melhora gradativa”, explica Isabel.

 

Quem não troca o treino favorece o surgimento de lesões por esforço repetitivo e deixa de trabalhar outros músculos que não foram lembrados na primeira avaliação. Além disso, você deixa de queimar mais calorias, porque o corpo se acostuma com o estímulo e deixa de liberar energia como antes.
O ideal é alternar as modalidades, seguindo um plano que equilibre exercícios de força, flexibilidade e condicionamento físico. A personal ressalta que a variação depende de fatores como o estado físico do indivíduo, a atividade a ser realizada, o ambiente, entre outros. “Na medida certa, quanto mais estímulos você der ao corpo, melhor ele responderá. Na medida errada, pode vir a causar até um over training”, aconselha ela.

3# Não exagere na malhação

Quem sai da academia com o corpo esgotado, se sente cansado pelo resto do dia ou mal consegue cumprir a rotina por causa das dores musculares pode estar cometendo excessos na malhação. O treino exagerado traz prejuízos à saúde, como o enfraquecimento do sistema imunológico, aumento do apetite por doces e até insônia, sendo que esses últimos podem levar ao aumento do peso.
Por isso, é fundamental planejar a malhação com um profissional de confiança, prestando atenção aos seus limites. A personal trainner conta que, quando o treino é pensado individualmente, as chances de exagerar são menores, porque a sobrecarga de treinamento é evitada. “Por exemplo: os sedentários iniciam a academia com três vezes na semana e aumentam gradativamente”, explica ela.
Além disso, há dias em que é importante deixar o corpo descansar. Por isso fique atenta aos sinais do organismo: se você estiver se sentindo indisposta, deixa o exercício para o outro dia. Mas não vale se render à preguiça!

4# Atenção à postura

Não ficar atento à postura durante a execução da série também prejudica os resultados. Além disso, pode causar dores nas costas, tendinites e lesões musculares.
A preocupação com alinhamento do corpo para executar os exercícios não faz diferença apenas nas modalidades que envolvem equilíbrio, como o pilates e yoga. Na musculação, por exemplo, a má postura pode sobrecarregar algumas partes do corpo, em vez de agir na região pretendida.
Assim, vale a pena conferir se você está executando os exercícios de maneira correta.

5# Potencialize o gasto de calorias

Se exagerar na intensidade da malhação traz danos à saúde, pegar leve no treino também não é positivo, principalmente para quem deseja emagrecer. Em resumo, a corrida na esteira não pode ser como um passeio no parque, mas também não pode deixar você excessivamente ofegante.
É preciso subir a frequência cardíaca acima dos níveis de costume e elevar a intensidade sempre que o corpo se acostuma com a atividade. Por isso, é importante consultar um profissional habilitado para orientar o exercício, bem como prever a quantidade de calorias que você irá gastar durante o esforço.
Segundo Isabel, estímulos diferentes garantem bons resultados. “No treino aeróbico, os estímulos podem ser de treino contínuo (corrida/bike sem intervalos e mantendo as mesmas intensidade e velocidade) ou treino intervalado (varia de períodos ativos e descanso em variadas formas)”, explica ela. Lembrando que a malhação pode acontece na esteira, na bicicleta ou mesmo na rua.

6# Hidrate-se

Quem costuma esperar a sede chegar para hidratar o corpo precisa mudar esse comportamento na academia. Isso porque a sensação de sede se manifesta quando o organismo já está com falta de água.
Quando desidratado, o indivíduo perde o rendimento durante a atividade física, prejudicando os resultados. Assim, para não sentir um cansaço desnecessário, beba água antes, durante e depois do treino. Nesse tempo, o organismo deve receber pelo menos 1 litro de água. E se, mesmo assim, o esgotamento persistir, aposte nos isotônicos para repor os sais minerais e recuperar os níveis de açúcar no sangue.

7# Alongar é fundamental

Assim com há aqueles que pulam a etapa do aquecimento, outros terminam o treino sem alongar, o que também é bastante prejudicial para o corpo. Não esticar os músculos depois do exercício favorece o surgimento de lesões e dificulta a recuperação do tecido após o esforço.
Isabel explica que o alongamento ainda é muito discutido e tem divergência de opiniões. Assim, ela aconselha praticar o aquecimento antes do exercício e alongar ao final. Ela ressalta, no entanto, que o conceito é diferente do de treino de flexibilidade. Esse último é mais abrangente e deve ser realizado em um dia diferente do treino de força.

 

É importante lembrar, ainda, que cada tipo de atividade exige um alongamento específico. Se você correu, por exemplo, procure esticar os membros inferiores. Isso deve ser feito logo após a atividade, enquanto os músculos ainda estão aquecidos, para que a prevenção de lesões seja efetiva.

8# Mantenha o foco na malhação

É comum que as mulheres se matriculem na academia em grupo para não desistir da malhação no primeiro mês. Por isso, elas costumam correr, fazer aulas e praticar musculação juntas, ficando muito distraídas.
Assim, entre uma fofoca e outra, elas se esquecem de elevar a intensidade da corrida ou prestar atenção à postura, atitudes que prejudicam a eficácia do treino.
Não é preciso dispensar a companhia para manter o foco da malhação. A dica é reservar pequenos intervalos para tomar um suco ou recuperar os músculos enquanto coloca a conversa em dia e, ainda, garantir que a silhueta fique em ordem.

9# Diga sim à musculação

 

É um erro pensar que a musculação só deve ser praticada por aquelas que querem aumentar a massa muscular. Sustentar os pesos é importante para fortalecer os tecidos e assim evitar lesões, corrigir o alinhamento do corpo, prevenir a osteoporose e garantir um corpo magro.
Isabel explica que a modalidade é importante porque ela não só aumenta a massa magra, mas também troca a gordura por músculos, deixando o metabolismo mais rápido. Além disso, o fortalecimento conquistado com a prática da atividade ajuda diversos aspectos do organismo, como a postura e a prevenção de doenças como diabetes e hipertensão.
A professora ressalta, no entanto, que cada caso deve ser analisado individualmente. Por isso, é fundamental consultar um profissional para desenvolver a série, para não acabar conseguindo o efeito oposto ao desejado.

10# Controle sua fome

Algumas mulheres acreditam que, por terem queimado muitas calorias na academia, podem comer à vontade depois do treino. Esse é um erro comum que pode levar, inclusive, ao aumento do peso.
De acordo com a personal trainner, a alimentação deve ser equilibrada de maneira regular, principalmente no pré e pós-treino. O ideal é driblar a fome sempre com opções saudáveis e refeições balanceadas. “No pré-exercício, preparamos o corpo para o treinamento, é a hora em que podemos comer um pouco de carboidrato (integrais e frutas) e proteínas. O pós-treino é a hora de repormos o que foi consumido pelo corpo. O ideal é repor proteínas consumindo peito de frango grelhado, peito de peru, atum, clara de ovo, entre outros”, explica Isabel.
Assim, todo o esforço da academia não fica comprometido e você poderá ter certeza de alcançar os seus objetivos.


Fonte: TodaEla


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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Salsinha e cebolinha: a dupla de temperos ideal para sua saúde

Salsinha e Cebolinha
Essa dupla é perfeita para qualquer ocasião, seja para ser usadas como temperos, em sopas, carnes, peixes, saladas, pratos quentes e tortas.

O consumo de salsa e cebolinha verde é especialmente recomendado para diabéticos, previne doenças cardiovasculares, uma vez que reduz o colesterol e a viscosidade do sangue.

Esses temperos verdes ativam todas as funções orgânicas, são antibacterianos e anti infecciosos, estimulam a função renal, promovendo a eliminação de residuos nitrogenados e vermes intestinais.



Cebolinha verde

A cebolinha é uma das hortaliças mais utilizadas e comercializadas em todo o mundo. Em razão de ser uma planta bem versátil em relação ao seu uso, é utilizada em praticamente todas as partes do mundo.
Salsinha e Cebolinha  A cebolinha é uma boa fonte de vitaminas A e C, sendo, assim, um bom auxílio no combate à gripe e às doenças respiratórias em geral. Além disso, a hortaliça auxilia na digestão e estimula o apetite. Existem inúmeras maneiras de se utilizar a cebolinha. Geralmente, a hortaliça é usada na elaboração de pratos, como sopas, caldos, omeletes, purês de batata, etc., além de ser um ingrediente essencial na fabricação de muitos temperos.
A cebolinha contém alto teor de Cálcio e Fósforo, que ajudam na formação de ossos e dentes. Possui Niacina, que estimula o apetite, mantém a saúde da pele e promove o crescimento.



Salsinha

Salsinha e Cebolinha
A salsinha é rica em vitaminas A e C. Ela é ótima para aliviar dores no estômago e eliminar gases do estômago e intestino. Essa hortaliça atua nos distúrbios urinários por ser um diurético natural — que ajuda os vasos sangüíneos a eliminarem o excesso de líquido.
A salsa é também anticancerígena, devido à sua alta concentração de antioxidantes. Ela deve sempre fazer parte das saladas porque atua como um desodorante interno.
O suco da salsa, quando aplicado em gotas, alivia a dor de ouvido. As folhas, em cataplasmas, são antiinflamatórias. E quando usada em forma de tópicos, age como calmante das pálpebras e olhos, desodorante bucal e controlador da oleosidade da pele.



E você, inclui esses temperos no seu dia-a-dia?


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terça-feira, 17 de abril de 2012

Gravidez


A gravidez é um período muito especial na vida da mulher. Nesse período ocorre o desenvolvimento do embrião dentro do organismo feminino. Esse processo normalmente dura 39 semanas, contadas após o último ciclo menstrual. Para que a gravidez ocorra, é necessário que o óvulo seja fecundado por um espermatozóide e que estes sejam identificados pelo organismo materno.


Cuidados Antes de Engravidar

Antes de a mulher engravidar, é importante fazer um exame ginecológico completo, que inclui: exame preventivo de câncer de colo de útero, ultra-sonografia dos órgãos genitais e, dependendo da idade, ultra-sonografia e/ou mamografia para estudar as condições das mamas.

Além disso, pode ser bastante útil fazer uma consulta com um clínico geral. Isso pode ajudar a detectar a presença de alguma doença associada a problemas cardíacos, renais ou hepáticos que possam prejudicar a gravidez.

Também é comum fazer exames de urina tipo I, pois infecções urinárias podem provocar aborto e óbito fetal. Outros exemplos comuns: exame parasitológico de fezes, grupo sangüíneo e hemograma completo. Este último é importante, pois se for detectada anemia ou qualquer outra enfermidade sanguínea, é preciso que estas sejam tratadas antes da gravidez.

Outro exame importante é o de glicose — visto que o diabetes pode complicar muito a gravidez, especialmente no último trimestre.

Ainda fazem parte dessa avaliação inicial as reações sorológicas para sífilis, AIDS, toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus, pesquisa de hepatites e, se necessário, o exame de PPD para tuberculose.



Sintomas da Gravidez

No momento em que a mulher está grávida, seu organismo passa por alterações que se acentuam a cada dia de acordo com o desenvolvimento do bebê. Dentre todos os sinais que uma mulher percebe ao engravidar, o mais imediato e claro é a cessação da menstruação.

Outros sinais secundários que evidenciam a gravidez: enjôo, mal-estar, mamas inchadas e sensíveis, cansaço diário, pressão na bexiga, fadiga, aceleração dos batimentos cardíacos, ansiedade, estresse, prisão de ventre, fome em excesso, inchaço, irritabilidade, aumento da necessidade de urinar, aumento da secreção vaginal, rejeição a cheiros e outros.



Primeira Gravidez
Quando a mulher enfrenta sua primeira gravidez, ela se sente assustada e insegura porque sabe que novas responsabilidades virão. São inúmeras dúvidas, preocupações, adaptações e anseios que rodeiam essa fase. Tudo isso deve ser encarado de maneira positiva — todos esses sentimentos são naturais, já que este é um momento desconhecido e de importantes transformações.

Nesse momento de descobertas e preocupações, a mulher fica extremamente ansiosa para conhecer as características do bebê, fica preocupada com o parto, com a saúde do bebê e com medo de não conseguir desempenhar bem seu papel de mãe.

Para tais desconfortos, é importante ter um bom acompanhamento pré-natal, dormir bem, estabelecer horários para alimentação, consumir alimentos naturais, realizar rigorosamente os exames prescritos pelo médico. Desta forma, a gestante terá suas dúvidas resolvidas e se sentirá mais confortável para outras atividades como: preparar o enxoval, o quarto, os móveis e tudo aquilo que o bebê e ela própria precisarão para se relacionar nos primeiros contatos após o nascimento.


Fases da Gravidez

Gravidez, apesar de não ser doença, é uma fase da vida que requer cuidados muito especiais. Do ponto de vista médico, costuma ser dividida em três trimestres.

O primeiro talvez seja o que mais apresenta reações indesejáveis. A gestante fica sonolenta e com a sensibilidade à flor da pele. Os seios dilatam-se e ficam doloridos. Algumas têm enjôo, náuseas e vômitos.

No segundo trimestre — o mais tranqüilo dos três — a mulher se sente mais disposta e o mal-estar desaparece. Normalmente, se não fosse pela barriga, talvez nem se notasse diferença no seu jeito de ser.

O terceiro trimestre parece ser o mais demorado para passar. Nesse período, as visitas ao médico têm de ser mais freqüentes e os cuidados redobrados. O volume do útero aumenta muito, o que causa alterações não só na aparência, mas na anatomia e fisiologia da mulher.

O apoio do marido e da família é fundamental para que a mulher leve a gestação com tranqüilidade e confiança.



Nutrição na Gravidez

Uma nutrição saudável e equilibrada garante um melhor desenvolvimento do bebê e uma gestação mais tranqüila para a mulher.

A nutrição desempenha um papel fundamental na gestação. Foi demonstrado através de testes laboratoriais que dietas deficientes causam efeitos prejudiciais tanto à mãe quanto ao feto. Foi constatado por diversos estudos que a má nutrição materna pode ser a causa de deficiências sérias no crescimento do bebê — resultando em bebês pequenos e de baixo peso.

As conseqüências da má nutrição para o feto dependem do período, severidade e duração da restrição dietética. Doses adicionais de proteínas, vitaminas e minerais são bastante recomendadas para o crescimento fetal.

Cuidado, porém, para não comer em grande quantidade. A qualidade do alimento é muito mais importante que a quantidade. Até o segundo trimestre, o recomendado são apenas poucas calorias a mais do que o habitual. Por exemplo, apenas um copo de iogurte e uma barrinha de cereal a mais. Depois dessa fase inicial, pode-se aumentar a quantidade de frutas, verduras e fibras.



Amamentação

O leite materno contém açúcar, gordura, vitaminas, água e todas as proteínas que o seu bebê necessita para ser saudável. O leite é um alimento completo e provê todos os nutrientes necessários nos primeiros meses de vida.

O aleitamento materno deve ser iniciado logo após o nascimento. As mamadas acontecem de duas em duas horas ou sempre que o bebê chorar ou apresentar fome. O tempo de cada mamada normalmente é de vinte a trinta minutos. Os bebês têm mais fome quando mamam no peito pelo fato do leite materno ser digerido com mais facilidade que os leites industrializados.

Até os seis meses de idade o bebê deve ser amamentado pela mãe e não precisa de outro alimento, pois além do leite materno ser forte, é o mais indicado. Após esta idade, devem ser introduzidos outros alimentos simultaneamente ao aleitamento, sem a suspensão deste.

Durante a amamentação é importante que a mãe coloque o bebê bem próximo ao seu corpo: procure uma posição confortável, use travesseiro para apoio e certifique se o bebê está com fome.



Recomendações Para Mães que Amamentam

* Evitar grandes quantidades de café, chá preto, chocolate, alimentos com corante, alimentos light e adoçantes;


* Não exagerar em temperos de odor forte, como o alho;


* Não fumar nem fazer uso de bebidas alcoólicas;


* Comer peixe duas a três vezes na semana;


* Não tomar medicamentos sem orientação médica, pois algumas drogas podem contaminar o leite.


Fonte: Beleza e Saúde

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